sexta-feira, 3 de abril de 2009

Nem prece ajuda
Toda forma parece aguda
Agulhas penetram meu corpo,
Mas furam a alma
Da cabeça ao pé.
Faz tudo parecer o que não é.

Instintos realçados
Pecados
Sonhos não acabados.

A outra porta que não abrimos,
O passado perfeito
É sempre aquele que não vivemos
Só sonhamos.

Idealizamos o futuro,
Fantasiamos o passado
E presente, ninguém vive...

Um comentário:

Nah Safo disse...

genial, como sempre.

dando socos no estômago com delicadeza.

sou sua fã.

wadmishe